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- CULTURA
Tiago
Castro viajou no “Autocarro Night Dance”
“O
meu cd é uma prova de que existe muito mais do que o Crómio
em mim”
Tiago
Castro tornou-se conhecido do grande público através
da personagem “Crómio”, que interpreta na série televisiva
Morangos com Açúcar. Contudo os primeiros passos foram
dados na publicidade televisiva de uma conhecida marca de refrigerantes.
Em Julho passado, Tiago avançou para o mundo da música
com o álbum “A Minha Rádio”.
Sonhos, tem alguns, como representar com Nicolau Breyner e entrar
numa longa metragem.
Aos 23 anos de idade, Tiago Castro mostra que sabe bem para onde
quer ir, e como. Com apenas 15 anos de idade, ingressa no Balleteatro
Escola Profissional do Porto. Três anos mais tarde, ruma a
Lisboa (onde hoje reside sozinho) e frequenta o Conservatório,
concluindo o bacharela-to de formação de actores.
Participa num casting de actores, fica aprovado e começa
então a sua história na telenovela Morangos com Açúcar.
Nasceu o Crómio, um personagem consensual, simpática,
que rapidamente ganha fãs em todo o lado.
De momento, é a personagem com mais longevidade nesta série
televisiva que aposta na rotação de actores no intuito
primeiro de cativar o seu público alvo. Mas a sua participação
já chegou ao fim. Para trás, ficam “momentos marcantes
que nunca poderei esquecer”, diz Tiago Castro a O Figueirense, numa
entrevista exclusiva a este jornal, durante uma visita à
Figueira da Foz.
“A
Minha Rádio”: um disco de Verão
Morangos com Açúcar não pára de criar
fenómenos televisivos. Depois dos D’ZRT, Patrícia
Candoso, 4taste e FF, é agora a vez de Tiago Castro emergir
no mundo musical.
“A Minha Rádio” é o disco de estreia de Tiago, definindo-se
como um disco de Verão onde imperaram melodias leves que
contam a praia, o Verão, os amigos e o amor. O single de
estreia “Baby, eu fiz este som”, composto por Tiago, invadiu já
as rádios na-cionais e locais. O videoclip conta com a participação
de Marta Faial (Daniela dos Mo-rangos com Açúcar).
Crómio, como é mais conhecido, surge ainda acompanhado
nesta aventura musical pelos actores da referida tele-novela Diogo
Valsassina (Tó-Jó) como baixista e Raúl Abrantes
(João Baptista) na bateria.
Na
noite da Figueira, com a Maiorca FM
Na Figueira da Foz, Tiago foi o artista convidado do “Autocarro
Night Dance”, um evento de animação nocturna promovida
pela estação radiofónica local Maiorca FM (92.1).
Depois de uma sessão de autógrafos com a presença
de largas dezenas de fãs, Tiago acedeu ao nosso convite e
durante o jantar num restaurante de Buarcos falou dos seus projectos
mais imediatos.
Lida bem com a fama que tem vindo a alcançar, encarando a
situação como “é o nosso dia, e temos de ver
o lado positivo”, até porque “é realmente uma mudança
enorme na nossa vida, em termos de imagem, e temos de saber gerir
bem com responsabilidade essa proximidade com as pessoas”.
Diz que já sentiu “algum tipo de assédio, nada de
grave. Pessoas que me contactam por quererem trabalhar comigo em
coisas efémeras, de um dia, ou mesmo entrar no mundo do espectáculo”.
Longa
metragem é sonho
De momento, a participação nos Morangos com Açúcar
findou, guardando boas recordações.
“Somos um grupo de miúdos que cedo percebeu que fazer televisão
não é uma brincadeira, é preciso trabalhar
muito”, e “aquilo que muita gente pensa que possa ser, ou seja,
um grupo de miúdos com um ego enorme, que se pavoneiam enquanto
passeiam na rua, não é o que acontece”. Na verdade,
explica, “as pessoas ganham humildade enquanto trabalham, e acabámos
por transformarmo-nos num grupo de jovens promessas”.
Nesta área da representação, diz ter o sonho
em poder fazer parte do elenco de uma longa metragem. Por agora,
“o teatro é complicado de conciliar. A televisão é
uma possibilidade, mas ainda não tive nenhum convite”. Gostava
de representar com o actor Nicolau Breyner: “sei que dá uma
contracena brutal”, com Rogério Samora, Adriano Luz, Miguel
Guilherme, José Pedro Gomes, e mesmo Soraia Chaves.
O Crómio com o tempo ficará para trás. “Marcou-me
e marca para as pessoas lá fora, mas com o tempo a personagem
do Crómio vai acabar por desaparecer, é uma consequência
que irá surgir naturalmente, fruto de outros projectos meus”,
salienta.
“O meu cd é uma prova de que existe muito mais do que o Crómio
em mim, e estou a comprová-lo numa área em que nem
tenho formação”, conclui.
A música ocupa a maior parte do seu tempo livre. “O meu maior
projecto é o cd”, reconhecendo que “tenho um longo caminho
a percorrer”.
Prefere temas de rock & roll porque “permitem que puxe mais
pela acção em palco, que dê largas ao exercício
físico e ligação com o público”. Tem
como referências nacionais Xutos e Pontapés, Ornatos
Violeta, Clã e Rui Veloso. A grande referência musical
é o grupo Queen, em particular o já falecido vocalista
Fredy Mercury.
Sobre sonhos de uma actuação em palco com um ícone
musical, refere que “não mereço sonhar em can-tar
com este ou aquele artista. Quero melhorar o meu trabalho, e se
algum dia vier a cantar com alguém que está lá
em cima do mundo da música, tenho de o merecer. Quero ter
mérito, com a minha posição bem firme”.
Jovem
e bom rapaz
Tiago Castro não fuma, gosta de beber com moderação,
e não esquece os seus amigos de infância e família.
Não é grande frequentador de discotecas, gosta de
jogar futebol e playstation e tocar guitarra.
O jovem actor/cantor confessa-se uma pessoa divertida e que já
foi muito tímida. “Hoje em dia, com as adversidade e situações
próprias da minha profissão, tive de quebrar essas
barreiras”.
Atento à política, mais nos momentos cruciais como
as eleições, sublinha que gosta de assistir às
discussões parlamentares. “São uma boa fonte de trabalho,
porque ouvem-se grandes discursos elaborados com muito trabalho
de casa”.
Tiago Castro terminou a entrevista a O Figueirense, entrou no Autocarro
Night Dance da Maiorca FM, percorreu a marginal oceânica da
Figueira da Foz acompanhado por perto de cinco dezenas de mulheres
e fãs, visitou os bares Din’s e Império, a discoteca
Vinyl e, claro, distribuiu centenas e centenas de autógrafos,
e posou para outras tantas centenas de fotografias.
“Estou feliz por merecer o carinho de tantas pessoas”, disse-nos
em jeito de despedida.
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Showcolatte
promove “Clube do Show” na Figueira da Foz
O
animador brasileiro Showcolatte está na Figueira da Foz para
promover o seu novo trabalho, o álbum “Clube do Show”. Este
artista, que anima os dias no Aquapark Teimoso, dá-nos a
oportunidade de desfrutar de um disco repleto de frescura e movimento,
sem descurar um sentido de responsabilidade social nas suas letras.
Walter Cândido, nascido para o mundo do espectáculo
como Showcolatte, tem já 15 anos de trabalho no Brasil, pelas
praias da Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais, onde anima
casas nocturnas e cabanas de praia. É ele que faz os turistas
sentirem-se em casa, quando passa grandes sucessos portugueses nos
seus espectáculos. É ele o responsável pelo
palco do Complexo de Lazer Toa Toa, em Porto Seguro, onde promove
bandas brasileiras à procura de chegar ao público.
Já trabalhou com grupos como “É o Tchan”, “Araketu”,
“Banda Eva”, “Carlinhos Brown”, “Elba Ramalho”, “Jota Quest”, “Paralamas
do Sucesso”, entre muitos outros.
Showcolatte revela que pensa já no seu próximo trabalho,
que se intitulará “Felicidade”. Prepara-se para entrar em
estúdio para gravar o seu próximo single, ‘Kaipirinha’,
co-adjuvado por Beto Jamaica, seu produtor.
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UHF
foi sucesso
Casino
Figueira não pára com animação musical
Quadrifonia, Maria Augusta, João Melo,
João Peneda, Quinzinho Portugal e The Jay Corre Swinging
Quartet são apenas dos artistas que irão actuar no
restaurante bar do Casino Figueira, neste mês de Setembro
que hoje começa.
Agosto foi um mês em grande, no que diz respeito aos espectáculos
musicais promovidos pelo Casino Figueira. Foram nada mais nada menos
do que 49 diferentes espectáculos todos com entradas gratuitas.
O Verão chegou ao fim, mas não a animação.
Essa, é já uma constante neste pólo de animação
figueirense.
No passado fim de semana o conjunto UHF deixou momentos de elevado
recorte musical, um concerto que transportou os presentes a um passado
de êxitos deste grupo português. O público vibrou
com os temas mais e menos conhecidos, razão pela qual os
aplausos dominaram o espaço do salão caffé,
um espaço que, durante este mês de Setembro, estará
encerrado ao público devido aos preparativos do próximo
show, que estreia a 4 de Outubro.
Mas o restaurante bar do Casino Figueira continua a abrir as suas
portas ao público, com entradas gratuitas, oferecendo um
variado leque de apostas musicais.
Hoje e amanhã à noite poder-se-á ouvir o som
o conjunto Quadrifonia. Domingo actua Maria Augusta em mais uma
noite de fados, para na segunda-feira próxima o destaque
recair no Café com Fú. A voz de Domingos Fú,
cantor residente do Casino Figueira, surge acompanhada por Stella.
Terça-feira regressa a música ao vivo com Quadrifonia,
quarta surge João Gentil Trio com blues & jazz e quinta
o protagonismo recai no humor de Luís Rodrigues, em mais
uma “Barriga de Riso”. Até ao final deste mês, outras
vozes e sons irão dominar as atenções nocturnas
da Figueira da Foz. Basta visitar o restaurante bar do Casino Figueira.
Três
milhões mais 460 mil contos pagos este Verão no Casino
O Casino Figueira pagou este Verão
17 milhões e 300 mil euros de prémios nas Slots Machines.
Segundo O Figueirense apurou, este prémios tiveram uma cadência
diária na ordem dos 192 mil euros.
O Casino Figueira, actualmente com 431 máquinas automáticas,
“dispõe de slots cujas apostas se podem iniciar com apenas
cinco cêntimos e ter a possibilidade de ganhar milhares de
euros”, conforme fonte da direcção do Serviço
de Jogos.
Presentemente poderão sair a qualquer momento outros grandes
prémios, como por exemplo 575 mil euros em jackpots acumulados.
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OLS
– Big Band actua hoje no CAE
O
Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta
hoje, pelas 22h00, no anfiteatro exterior, um concerto com a OLS
– Big Band.
A Orquestra Ligeira de Santana, actualmente OLS – Big Band, apresentou-se
pela primeira vez, com o actual padrão artístico,
no ano de 1997. Nascia, assim, uma convencional orquestra ligeira,
vocacionada inicialmente para temas de música ligeira que
não teriam o mesmo brilho quando executadas por uma banda
filarmónica. A evolução foi sendo gradual e
notória realizando, em apenas cinco anos, inúmeros
concertos em Portugal e no estrangeiro.
O anseio da OLS em virar uma nova página na sua história,
obrigou-a a tornar-se numa big band de cariz mediterrânico,
tal como hoje é conhecida, com a inclusão de um novo
repertório e alguns instrumentos normalmente afastados destas
formações.
Esta orquestra, membro da Sociedade Musical Santanense, tem como
prioridades absolutas a educação musical da comunidade
em que se insere e providenciar aos seus músicos uma oportunidade
de expressarem a sua criatividade musical.
A entrada para este concerto é gratuita.
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