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- DESPORTO
Ginásio
Figueirense com quatro contratações
José
Costa de regresso a casa
José
Costa está de regresso ao Ginásio Figueirense, clube
onde se iniciou e projectou para a prática do basquetebol.
Acompanham o internacional figueirense neste reingresso Jesse Smitth,
Rick Woods e o português Ângelo Brito.
José Costa é uma figura de referência no basquetebol
nacional, nomeadamente no clube onde se iniciou, capitaneando a
equipa profissional durante vários anos. Depois de nas duas
últimas temporadas ter defendido as cores do Futebol Clube
do Porto e Aveiro Basket, agora deu-se o regresso a casa, aliás
saudado com enorme satisfação pelos associados do
clube da Figueira da Foz, que nutrem pelo jogador enorme simpatia.
Outra das contratações ginasistas foi a de Ângelo
Brito, jogador de 22 anos, 2.05 de altura, e que actua na posição
de poste. De nacionalidade portuguesa, oriundo das escolas de formação
do Barreirense, onde se sagrou campeão nacional em 2001/02,
o jogador engloba o lote das grandes promessas do basquetebol nacional.
Na vertente de contratações referentes a jogadores
de nacionalidade estrangeira, foi contratado Jesse Smith, de origem
norte-americana, tem 24 anos, 2.08 de altura, actua como poste.
Formou-se na Universidade de Idaho State (NCAA-1), em 2005/06. Jogou
no Santarém Basket e na Ale-manha (Crallsheim Merlin Ger-2
Bundesliga).
De igual forma foi contratado Ricky Woods, também de origem
norte-americana, tem 22 anos, e 2.00 de altura. Actua como extremo/poste,
foi formado na Universidade de Southeastern Louisiana (NCAA-1),
onde jogou em 2005/06.
A formação ginasista iniciou o trabalho de pré-temporada
na passada segunda feira, só com os jogadores portugueses,
pelo que a partir do próximo dia 11 já poderá
contar em principio com todo o grupo de trabalho (ver quadro à
parte) onde deverão ser englobados mais dois jogadores estrangeiros,
já que é vontade de Sérgio Salvador poder trabalhar
com um grupo de 12 jogadores, sendo sete de ori-gem nacional e cinco
estrangeiros.
Entretanto, o clube figueirense desistiu da contratação
de Calvin Clemmons. O basquetebolista americano com passaporte português,
havia chegado a acordo com o Ginásio para integrar a equipa
profissional, porém não poderá começar
a época, dado ter efectuado uma sobrecarga que originou um
atraso na completa recuperação da lesão contraída
no ano passado. O jogador encontra-se nos Estados Unidos da América,
realizando um programa de fisioterapia, prevendo-se que a recuperação
a 100 por cento demore alguns meses.
Basquetebol de formação
Nuno
Pereira no Centro de Alto Rendimento do Porto
O
jovem cadete Nuno Pereira, basquetebolista do Ginásio Figueirense,
é mais um jovem atleta das escolas do clube vermelho e branco
a ser escolhido para frequentar na próxima temporada o Centro
de Alto Rendimento do Porto.
Entretanto, Marco Rosa, basquetebolista do Ginásio – primeiro
ano júnior – passa do CAR do Porto (onde se encontrava há
dois anos) para o do Jamor, em Lisboa.
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Derby
distrital aquece fim de semana desportivo
Ser
líder no momento não é relevante
Rogério
Gonçalves, líder da equipa técnica figueirense,
perspectivou para O Figueirense o encontro onde se defrontam as duas
mais representativas equipas do distrito. O técnico da Naval
está perfeitamente consciente das dificuldades que a equipa vai
encontrar, todavia tem confiança nos homens que dirige, já
que a ambição do grupo supera todas as dificuldades. “Sabemos
que nesta deslocação vamos defrontar um adversário
forte, que apostou muito nesta época em vários aspectos,
para além de estar muito bem liderado. Temos consciência
que não será uma tarefa fácil para nós.
Porém, do nosso lado existe a natural ambição de
querer conquistar o máximo de pontos possíveis”, sublinhou.
Derbies são encontros sempre susceptíveis de trazerem
emoções fortes. O Académica – Naval não
será diferente, contudo as hostes navalistas preparam-se e trabalham
para não se deixarem surpreender pela pressão do derby.
“É um jogo como outro qualquer, que temos de encarar com grande
sentido de responsabilidade, sabendo que é o segundo jogo do
campeonato e que se segue a um outro onde conquistámos uma vitória”,
refere o treinador navalista acrescentando que a liderança que
a equipa detém no momento acaba por não ser factor relevante.
“Nesta fase ser líder isso não é relevante. Se
estivéssemos numa fase muito mais adiantada do campeonato as
coisas teriam de ser vistas de uma outra for-ma. Agora não. Só
lideramos porque ganhámos um jogo, somente isso. Neste momento,
liderança é assunto que não nos preocupa. O nosso
tipo de preocupações é outro. Somar pontos e se
possível proporcionar bons espectáculos”, finalizou.
Apaguem
os maus exemplos do passado
Crescem as expectativas para o derby distrital do próximo domingo
no Estádio Cidade de Coimbra.
Depois dos resultados obtidos pelas duas formações na
jornada inaugural, a Naval venceu o Estrela por 2-0, resultado que lhe
concedeu a liderança da competição, enquanto que
a Académica deslocou-se ao recinto do Vitória de Setúbal
e impôs uma igualdade a um golo.
Perante tais condimentos, estão criadas as condições
para um espectáculo desportivo que possa atrair a atenção
dos amantes de futebol, nomeadamente os do centro do país, numa
altura em que o futebol nacional está novamente ameaçado
e monopolizado pelo famigerado “caso Mateus”.
Não
repitam por favor
De
certo, na memória de todos, ainda prevalecem algumas imagens
do último encontro entre as duas formações. Na
altura, as duas equipas lutavam desesperadamente pela manutenção,
o que de certa forma levou as respectivas claques a alguns exageros
e excessos. Expulsões, claques sitiadas, contestação
à equipa de arbitragem, de tudo aconteceu um pouco.
Estamos na 2.ª jornada da competição e, no mínimo,
espera-se que tão reprováveis acontecimentos não
se tornem a repetir. Transforme-se o derby num modelo de espectáculo
competitivo entre duas equipas que acima de tudo se saibam respeitar
a si próprias, consigam superar as pressões do exterior
e dêem uma verdadeira lição de desportivismo.
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Gândara
ficou pelo caminho
Inexperiência
atraiçoou
A
formação da cidade do vidro, Atlético Marinhense,
“apadrinhou” no passado domingo o pontapé de saída da
formação da União Desportiva da Gândara (UDG)
na Taça de Portugal. A vitória na eliminatória
sorriu aos homens da cidade do vidro por 2-0, um triunfo que assenta
essencialmente não na superioridade em absoluto sobre o adversário,
mas tão só no índice de experiência e, por
que não, matreirice de uma formação que já
anda pelos nacionais há muitos anos.
Não foi certamente a estreia que as gentes da Gândara esperavam,
contudo se for feita a leitura pela positiva, uma certeza ficará.
A UDG estava a disputar a segunda competição mais importante
do calendário futebolístico nacional, quer se queira ou
não há que lhe dar o mérito por tal facto.
Nestas coisas de futebol há sempre que contar com uma pontinha
de sorte, porém esta em nada bafejou os locais. Sofreu o primeiro
golo num lance no mínimo polémico, contudo os jogadores
da Gândara terão de se habituar que quem apita para o jogo
é o árbitro. Quer isto dizer que se a defensiva local
não tem parado a pedir fora de jogo o tento marinhense poderia
ter sido evitado.
Na etapa complementar Vítor Bruno teve tudo à mercê
para o golo do empate, todavia desperdiçou e como é sabido
no futebol quem não mata morre. O Marinhense logo a seguir matou
o jogo em lance que o guardião local não ficou bem na
fotografia.
Mais
uma estreia
No
próximo domingo a formação da U. D. Gândara
tem mais uma estreia pela frente. Recebe pelas 16 horas no seu complexo
desportivo a formação do Sertanense. Uma partida que assinalará
a estreia da formação do Bom Sucesso nos campeonatos nacionais.
Um encontro que se prevê equilibrado, contudo enferma do mesmo
tipo de dificuldades para os locais, no que à experiência
competitiva diz respeito.
Pedro Ilharco tem matéria-prima para um campeonato que acima
de tudo será de aprendizagem, contudo não se poderão
esquecer os homens da UDG que só vinga quem conquistar pontos,
e no próximo domingo há três para conquistar.
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