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Almeida
Santos apresenta elogia Sócrates
“A
cidade está desumanizada”
–
Diz Victor Sarmento
O
‘Picadeiro’ foi o palco da pública apresentação de Victor Sarmento
como candidato, nas próximas eleições autárquicas, à presidência da Câmara
Municipal da Figueira da Foz.
O socialista foi apresentado por Almeida Santos, presidente nacional do
Partido Socialista.
Perante algumas centenas de militantes e apoiantes, Victor Sarmento passou a
ser, oficialmente, o candidato ‘rosa’ ao lugar de presidente da Câmara
Municipal da Figueira.
Almeida Santos falou da coesão existente no seio do Partido Socialista
(PS), do trabalho desenvolvido pelo actual secretário-geral José Sócrates
e do candidato Victor Sarmento que, recorde-se, foi escolhido pela Comissão
Permanente do partido.
Ao lado dos candidatos às Juntas de Freguesia de S. Julião e Buarcos,
respectivamente Vítor Coelho e Carlos Moço, Sarmento falou do estado não
da nação, mas do concelho.
Antes, sublinhou que Almeida Santos “foi seguramente o deputado do país
que mais contribuiu para a construção do edifício legislativo democrático
de Portugal”.
Sarmento,
desde que iniciou a sua campanha, diz que tem ouvido vários lamentos, como
o facto do concelho “estar parado, estagnado e infelizmente não tem
conhecido progresso. Dizem-me que a Figueira tem a maior taxa de desemprego
da região (...), que temos a água mais cara do distrito (...), que não há
maneira de captar indústrias (...), que a Figueira deixou de atrair população
e que apresenta um índice de envelhecimento muito acima da média
nacional”.
Victor
Sarmento teceu ainda alguns comentários sobre o Plano Director Municipal,
sobre a dívida camarária “que atingiu valores brutais tendo crescido
desmesuradamente 114 por cento”, que “a autarquia é má pagadora a quem
lhe presta serviços e fornece bens”, e que “a Câmara está mergulhada
num despesismo exagerado, que sustenta comissários políticos e amigos e,
mesmo assim, ainda contrata serviços externos como nunca se tinha feito até
hoje”. Tudo isto na base do ‘ouvi dizer por aí’.
Uma
cidade desumanizada
Sarmento,
que apresentou já dois independentes nesta sua ‘luta’ política,
sustentou que “a cidade está desumanizada, as praças e ruas não são
lugares ao serviço das pessoas” e “deixou-se que o automóvel invadisse
tudo e até se permitiu que haja uma parede de carros entre a cidade e o
rio”.
Quanto aos jovens, estes “não podem ficar na cidade que os viu nascer,
porque não há empregos, porque não há apoios para os que querem ser
empreendedores e ficar por cá, instalando aqui as suas empresas. Porque o
ensino profissional não é motivador e está desadaptado das prioridades
dos nossos dias e das necessidades de desenvolvimento do nosso concelho”.
Perante todas estes considerandos, Sarmento defende ser necessário “uma
atitude que devolva o concelho, as freguesias e a cidade às pessoas e que
estas sejam colocadas no centro de todas as preocupações. Uma atitude que
dê resposta aos anseios dos jovens e se preocupe com os idosos”.
Nesta nova postura, Sarmento avança que “iremos mesmo propor que os
vereadores da oposição competentes e dedicados, tenham também eles
responsabilidades executivas na gestão municipal”.
Para o efeito, conta com cinco princípios base de actuação: um salto
organizativo, combater a desertificação e criar empregos, apostar em
melhorar o ambiente e a qualidade de vida, implementar um novo modelo de
desenvolvimento e reordenamento urbano, e uma outra atitude na área da saúde
e acção social.
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Apesar
do esforço dos bombeiros
Incêndio
foi “um salve-se quem puder”
O
incêndio que na passada semana lavrou uma extensa manta florestal nas
freguesias de Alhadas e Vila Verde é considerado como o maior da última década.
Cerca de três centenas de bombeiros (de diversas corporações da região
centro) e de outras forças de segurança, dezenas de viaturas e um
heli-bombardeiro, estiveram envolvidos no combate às chamas que lançaram o
pânico às populações que ajudavam, conforme as suas possibilidades, os
soldados da paz.
A área ardida ainda não está completamente contabilizada, mas Lídio
Lopes, coordenador do Serviço Municipal de Protecção Civil da Figueira da
Foz, estima que nestes dois dias tenha sido dizimada uma área “no mínimo
de 850 hectares”. Onde antes havia verde, agora regista-se uma paisagem
desoladora, de aspecto lunar.
Os mais
directamente afectados (e foram muitos) ainda têm em mãos o problema
vivido, caso de Carlos Fonseca, morador da Rua da Oliveira, em Fontela (Vila
Verde).
“Foi um grande susto. Há mais de 35 anos que não vivíamos um incêndio
assim tão grande por aqueles lados”, contou a O Figueirense uma das vítimas
deste incêndio. As chamas não atingiram a sua habitação, mas os seus
terrenos de cultivo – feijão, morangos, batatas, árvores de fruto –
foram severamente reduzidas a nada. “Está tudo perdido”, disse Carlos
Fonseca que, ao lado de familiares, combateu com mangueiras e baldes de água
as labaredas que teimavam em destruir “toda uma vida de trabalho. Para
onde iríamos se tudo tivesse ficado queimado?”, perguntava sem contudo,
felizmente, saber uma resposta.
O fontelense temeu pelo pior, pois tinha na sua garagem várias viaturas.
Valeu-lhe o facto de ter vários depósitos de água de mil litros, que com
o apoio de um motor eléctrico, debelou o calor intenso das chamas.
Ainda que reconheça “o valor e a coragem dos bombeiros” (de que é sócio
n.º 749), por que tem “muita consideração e respeito”, Carlos Fonseca
diz que parte do problema poderia ter sido evitado, se o combate às chamas
tivesse sido mais profícuo junto ao IP3, em Vila Verde.
“Nós é apagámos as chamas, nos nossos terrenos, nas nossas varandas,
nos nossos telhados”, lamenta-se. “Isto foi um salve-se quem puder”.
Resultado final: “um grande susto que nunca vamos esquecer” e cerca de
550 m2 de área ardida.
Este drama foi vivido por muitos outros moradores de toda esta faixa que
esteve em brasa, numa zona compreendida entre a passagem de nível de
Alhadas/Maiorca e Vila Verde.
A população reconhece e aprecia o esforço das centenas de bombeiros
envolvidos no combate às chamas, visivelmente cansados e esgotados.
O Serviço Municipal de Protecção Civil, a exemplo de anos anteriores, tem
já no ‘terreno’ montado um dispositivo de alerta e combate aos focos de
incêndio que permite, num curto espaço de tempo, evitar males maiores. O
projecto coordenado por Lídio Lopes tem já provas dadas, atendendo à
diminuta área ardida nos últimos anos.
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Festas
da Cidade em marcha
Figueira
puxa a brasa à sua sardinha
O
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas foi o escolhido
para o arranque das Festas de Cidade, que prometem encher de animação, até
3 de Julho, a Figueira da Foz.
Coube à Rainha dos Mares abrir as festividades, com a Festa da Sardinha,
espalhada pelos 40 restaurantes aderentes, inaugurada no Caçarola 2, por
empresários e figuras públicas que não deixaram de gabar o sabor da
iguaria que, acompanhada de broa, batata assada e salada de pimento,
continua a agradar a gregos e a troianos, ou melhor, a figueirenses e
visitantes.
A
Figueira da Foz já despiu as roupas e inverno, e veste-se agora de cor e
ritmo. O fim de semana prolongado foi marcado pelo arranque das Festas da
Cidade, com a abertura do certame gastronómico que herdou o nome da
iniciativa que costumava encher o Coliseu Figueirense: a Festa da Sardinha.
A iguaria mantém-se, mas a festa saltou da praça de touros para os
restaurantes da cidade, que nesta terceira edição ascendem às quatro
dezenas.
Promovida pela empresa municipal Figueira Grande Turismo (FGT), a Festa da
Sardinha anuncia-se à porta de quase todos os estabelecimentos aderentes
(os que não têm espaço exterior não o podem fazer), pela presença de um
assador de madeira que cada restaurante decora a seu gosto, onde as
sardinhas se demoram apenas o tempo suficiente para ganhar o sabor que lhes
vale o título de rainha dos mares.
Crise
mas não muita
Para
Manuel Fernandes Tomaz, presidente da FGT, a Festa da Sardinha tem revelado
ser uma boa aposta, tanto para fazer sair à rua os figueirenses como para
atrair visitantes, sobretudo dos concelhos vizinhos. Quanto à crise, esta não
assusta Fernandes Tomaz, que acredita que alguns passeios de fim-de-semana já
se tornaram “um bem de primeira necessidade”, de tal forma estão
enraizados nos hábitos dos portugueses. Por outro lado, acredita, “o
conceito de crise não é o mesmo de há algumas décadas atrás”.
Internamente, a crise também não se manifestou em cortes orçamentais para
o evento: “Não há inovações mas também não há nenhum corte, as acções
mantêm-se, com custos iguais aos do ano passado, o que representa uma
poupança, se considerarmos a inflação”.
Embaixatriz
de cauda
O
presidente da autarquia, Duarte Silva, não esteve presente no arranque da
Festa da Sardinha, mas em sua representação, e acompanhado por diversos
membros do executivo e autarcas das juntas de freguesia, esteve o
vice-presidente, Paulo Pereira Coelho, convicto de que a iniciativa vai,
este ano, voltar a ser um êxito, atingindo a iniciativa à volta desta
‘embaixatriz de cauda’ o seu objectivo principal: promover a Figueira da
Foz, a sua gastronomia e animação, granjeando novos públicos às indústrias
turísticas locais.
Nuno Encarnação, administrador da FGT, partilha estas expectativas, e
garante que a mudança de figurino da Festa da Sardinha, do Coliseu
Figueirense para os restaurantes da cidade, “já nem se questiona”, indo
assim ao encontro da conhecida posição de Mário Esteves, da Associação
de Hotelaria e Restauração do Centro, para quem “o modelo actual é o
ideal, e legal”. Mário Esteves nunca escondeu a sua luta pela realização
de iniciativas gastronómicas exclusivamente em espaços que para tal
estejam licenciados, justificando esta convicção com o facto de serem os
estabelecimentos legais os que pagam, e bem, para ter as portas abertas todo
o ano, cumprindo as inúmeras exigências higieno-sanitárias. Não
obstante, Mário Esteves não rejeita a hipótese de, observados os pré-requisitos
legais, a Festa da Sardinha poder vir, em anos futuros, a realizar-se num
espaço comum que possa albergar os restaurantes aderentes.
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O
Figueirense nasceu há 87 anos
Foi
a 19 de Junho de 1919 que nasceu o seu jornal. Há indícios de que o título
terá existido ainda antes dessa data, mas foi nesse ano que Joaquim Gomes
de Almeida deu à Figueira da Foz uma alma nova, com órgão de comunicação
social que desde logo se pautou pela isenção, seriedade e empenho. Os
tempos eram então outros, e outra era também a realidade, social, política
e económica do país, a décadas ainda da integração europeia, da aldeia
global, da informatização e dos meios tecnologicamente avançados de que
hoje, O Figueirense, dispõe. É também por isso, que este domingo,
ao entrar no 87.º ano de vida, a equipa que todas as sextas-feiras leva até
si o semanário mais antigo da Praia da Claridade, brindará orgulhosamente
ao seu passado, e celebrará um presente sólido, reconhecido e pleno de
perspectivas e de futuro.
Entretanto, muitos dos que suaram as estopinhas durante estes 86 anos
findos, já partiram. Joaquim Gomes de Almeida, Albarino Maia, Aníbal de
Matos e Jorge Galamba Marques e Jorge Reis são apenas alguns dos muitos
rostos que repousam ainda sob as páginas d’O Figueirense. É a
continuação do seu trabalho que todas as semanas chega às mãos do
leitor, e é para honrar os seus nomes que a equipa actual dá, diariamente,
o seu melhor.
Com 87 anos feitos este domingo, O Figueirense continua jovem. Jovem
na imagem, jovem na abordagem dos temas, jovem na energia com que trata os
assuntos do concelho, e da região em que este se insere. Ao jornal
tradicional, juntou-se há cerca de quatro anos a edição on-line (www.ofigueirense.com),
e mais recentemente O Figueirense Júnior, uma publicação mensal destinada
aos leitores mais novos, pensada para o tamanho das suas mãos e dos seus
sonhos. Pontualmente, e cada vez com mais regularidade, O Figueirense
faz-se ainda acompanhar de revistas temáticas, versando épocas festivas,
efemérides locais ou exemplos de sucesso. Tudo isto com um único fito:
agradar ao leitor, corresponder às suas expectativas, antecipar-lhe
anseios. É pelos muitos leitores, na Figueira da Foz, no país e no
estrangeiro, que com a imprescindível colaboração dos anunciantes, O
Figueirense, Medalha de Ouro da Cidade, continua vivo. São, por isso,
para si, os parabéns.
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‘Nova’ fonte
luminosa é um valor acrescentado para a baixa da cidade
A
fonte luminosa, um ex-libris da Figueira da Foz, foi totalmente recuperada.
O projecto, disse o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, foi
da responsabilidade da empresa concessionária Águas da Figueira.
“A recuperação do equipamento foi logo aceite, e não fazia sequer parte
do plano de investimentos previstos”, salientou Duarte Silva na passada
quarta-feira à noite, durante a inauguração da ‘nova’ fonte luminosa.
O autarca, apesar de ter sublinhado que este não é um equipamento
de usufruto público fundamental, destacou a sua importância no sentido de
dotar esta zona da cidade de mais e melhores qualidade de vida para os
figueirenses e quem visita a cidade.
“Tenho
muito prazer, como figueirense, em ver reabilitada a fonte que encontrava-se
desactivada há largos anos. Esta obra é um valor acrescentado para a baixa
da cidade”, concluiu.
Segundo O Figueirense apurou, as obras de requalificação da Rua da República
serão publicamente apresentadas na próxima quarta-feira, dia 22, pelas
17h30.
Os trabalhos de recuperação do equipamento orçaram em cerca de 200 mil
euros, tendo-se procedido à recuperação electromecânica e civil da
fonte, com uma instalação do tipo ornamental, composta por vários motivos
de água, iluminada em branco e outras tonalidades de cor.
A banda da Sociedade Filarmónica Dez de Agosto esteve presente no acto
inaugural, assistido por algumas dezenas de figueirenses. Coube ao cónego
João Veríssimo abençoar a nova fonte luminosa da Figueira da Foz.
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Ordem
de Advogados e IRS explicam vigilância electrónica
Hoje,
pelas 17h15, na sala de audiências do Tribunal Judicial da Figueira da Foz,
terá lugar uma sessão de esclarecimento sobre o tema “Vigilância Electrónica
de Arguidos”.
Promovida pela delegação figueirense da Ordem dos Advogados, em colaboração
com o Instituto de Reinserção Social, a sessão destinada a advogados e
advogados-estagiários, terá como oradores Augusto Rosado e Fernando
Fernandes.
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Escoteiros
do Grupo 10 celebram 29 anos
No
passado dia 10 de Junho, o Grupo n.º 10 da Associação dos Escoteiros de
Portugal (A.E.P.), comemorou o seu 29.º aniversário na sua sede, na
companhia dos seus escoteiros e familiares.
A cerimónia, em ambiente simbólico, contou ainda com os compromissos
de honra das escoteiras Ana Filipa e Mariani Scortegada, seguida de uma
pequena ceia.
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Rastreio
auditivo na Misericórdia
No
próximo dia 20 a Misericórdia – Obra da Figueira promove um rastreio
auditivo gratuito, aberto a toda a população do concelho, com o apoio da
Acústica Médica.
A iniciativa, a decorrer entre as 9h30 e as 17h30, terá lugar nas instalações
do Lar de Santo António, com entrada pelo Largo Silva Soares.
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JS
satisfeita com nomeação de Guterres
A Juventude Socialista
(JS) da Figueira da Foz, em comunicado, confratula-se com a escolha do
antigo primeiro-ministro e secretário-geral do Partido Socialista e actual
presidente da Internacional Socialista, António Guterres, para novo Alto
Comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).
A JS defende que a nomeação de um português para a entidade “só pode
ser motivo de satisfação para todos os portugueses”, e “em particular
para os jovens socialistas portugueses”.
Esperam que Guterres “saiba ser um digno sucessor” de Sérgio Vieira de
Mello.
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Celbi
apoia desporto amador
A
Stora Celbi e o Ginásio Clube Figueirense estabeleceram, recentemente, um
acordo segundo o qual a empresa apoia a construção de um segundo pavilhão
no Centro Náutico da Fontela – Vila Verde.
Como contrapartida, o Ginásio Figueirense faculta condições especiais de
utilização daquele centro pelos trabalhadores da Stora Celbi e filhos
menores de 18 anos, facilitando igualmente a realização de actividades do
Clube Celbi.
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Pesca desportiva na
Murtinheira
Recentemente,
a Associação de Desenvolvimento de Murtinheira realizou um concurso de
pesca desportiva de mar nas praias da Murtinheira/Quiaios. No final,
aconteceu um almoço-convívio nas instalações da colónia balnear da GNR,
em Quiaios.
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CRAS vai a Alcobaça
O
Clube Recreativo Atlético Santamarense (CRAS) realiza este domingo um
passeio, para os menos jovens, ao Museu
do Vinho e Mosteiro de Alcobaça, e ainda ao Museu do Vidro de Marinha
Grande.
A iniciativa, dedicada aos sócios da colectividade com mais de 55 anos de
idade, ficará ao preço unitário de cinco euros, com direito à viagem e
entradas nos locais a visitar. Outras informações e inscrições podem
fazer-se na sede do CRAS.
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