|
|

Cultura
Estudantes com as melhores notas de final dos ensinos Secundário e Superior do Concelho distinguidos no Casino Figueira
Em nome da “Ordem, Verdade e Amor ao Conhecimento”
Instituídos em 2006 pelo Casino Figueira, os Prémios Manuel Fernandes Thomaz e Henrique Thomaz Veiga visam distinguir, anualmente, os estudantes figueirenses que tiverem obtido, no ano lectivo anterior, as melhores classificações de, respectivamente, final de licenciatura (em qualquer universidade ou instituto superior nacional) e conclusão de Ensino Secundário (em Escola do Concelho da Figueira da Foz).
Depois de, na primeira edição dos Prémios, terem sido distinguidas duas estudantes, este ano foi o sexo masculino a dominar. Mas Cláudio Carlos da Silva Horas e Francisco José Macedo Fernandes têm outros pontos em comum: foram ambos alunos na Escola Secundária de Cristina Torres, onde entraram no mesmo ano lectivo, o primeiro para o 10.º ano, e o segundo para o 7.º ano. Maomede Cabra, o Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Cristina Torres, não escondeu, durante a cerimónia de entrega dos prémios, a satisfação.
Para o Administrador do Casino Figueira, Domingos Silva, estes Prémios visam desde logo homenagear “os cidadãos figueirenses que, ao longo dos séculos, se foram – como disse o poeta – «da lei da morte libertando»”.
De Manuel Fernandes Thomaz, ‘pai’ da primeira Constituição liberal que Portugal conheceu, a Henrique Thomaz Veiga, Professor de Economia e descendente de Manuel Fernandes Thomaz, a “tantos outros que é preferível não nomear, sob pena de aqui ficarmos demasiado tempo”, são assim os ‘ilustres filhos da Figueira da Foz’ que se pretende dar, às gerações mais novas, como “exemplos a saudavelmente imitar”.
“Estudantes para toda a vida”
Henrique Thomaz Veiga regozijou-se por, mais uma vez, poder entregar um prémio que, com a modéstia que caracteriza os que realmente se distinguem, considerou ter o seu nome “apenas em homenagem ao amor à Figueira, e ao amor ao conhecimento”, que admite ter herdado do seu ilustre antepassado. Foi, aliás, de Manuel Fernandes Thomaz que mais falou, não tanto na vertente por que é mais conhecido o ‘Patriarca da Liberdade”, mas pelos princípios que em tudo o regiam: “Ordem, verdade e amor ao conhecimento”.
Henrique Thomaz Veiga evocou, a propósito, o extraordinário trabalho do seu ancestral na compilação das Leis Extravagantes do Reino, considerando que, actualmente, “somos cada vez mais estudantes para toda a vida”.
O insígne docente aproveitou a oportunidade para felicitar a Sociedade Figueira Praia por ser “um promotor cultural de extraordinária importância na Figueira da Foz”, referindo-se assim às “personalidades que tem trazido” como uma “prova de que é uma alavanca para o desenvolvimento figueirense”, convicto de que “a conexão estreita entre as comunidades empresarial e académica irá acentuar-se cada vez mais”. A concluir, o docente sublinhou que “não há pessoas mais e menos inteligentes, há é pessoas mais organizadas e metódicas, e outras que entram em entropia e que perdem o norte”, acrescentando ainda que “os bons professores são feitos pelos bons alunos”.
Para Maomede Cabrá, foi “com grande alegria e orgulho, em nome pessoal e da Escola (de Cristina Torres)” que os Prémios foram acolhidos. “São distinções que premeiam o trabalho e o mérito de alunos que são a prova de que as escolas conseguem lutar contra a ignorância que a elas vai chegando”, frisou, convicto no “futuro brilhante” que espera os alunos distinguidos.
......................................................................................................
We Figga ao rubro no Casino Figueira
Segunda-feira passada o Salão Caffé do Casino Figueira recebeu o concerto de apresentação do DVD “WE FIGGA ao vivo @ Casino Figueira”. O DVD foi gravado ao vivo, neste espaço, em Setembro último.
As sonoridades únicas de Rita Nascimento (Rtiz), Manel Albuquerque (M.a.N.) e André Lourenço (Dj MSir) levaram ao rubro uma assistência participativa e conhecedora dos temas mais famosos deste grupo musical figueirense.
A banda iniciou a sua actividade, na Figueira da Foz, em Março de 2006. Ao longo do tempo foi alterando a sua formação e trabalhando intensamente de forma a melhorar o seu estilo, conseguindo afirmar-se no mundo da música com um cariz muito próprio, tanto nos seus poemas como a nível musical e sonoro, tornando-se numa banda objectiva com um sentido de orientação definido, corroborado por batidas de Hip-Hop e consumado nos refrães fáceis do Pop ligeiro.
A simplicidade dos seus temas em conjunto com uma harmonia transcendente, a mistura de sons fortes em contraste com a melancolia que ressalta em várias músicas, acrescenta um clima próprio à banda onde as letras de expressão portuguesa têm papel fundamental.
Por vezes, quando o palco o permite, fazem-se acompanhar ao vivo por mais quatro elementos (viola acústica, baixo, viola eléctrica e bateria) que lhes dão uma textura, acção e profissionalismo deveras deslumbrante em palco.
A crescente aquisição de condições ao nível de ensaio e estúdio excepcionais, permitiu elevar o grupo a um novo patamar que culminou com a gravação do seu CD, álbum homónimo da banda, apresentado ao público em 30 de Dezembro de 2006, na VinyL Plaza.
Este álbum de originais teve grande aceitação tendo as 300 cópias inicialmente feitas esgotado na 1.ª semana havendo necessidade de produzir mais 300 para promoção nos restantes concertos.
Fizeram a tournée para divulgação do seu trabalho com início em Janeiro 2007 percorrendo todo o país nas salas da FNAC (do Centro, Norte e Sul), pelos bares do distrito como o Zeit Gheist, o Atlântida e Vinyl Plaza e realizaram vários concertos promovidos pela Cruz Vermelha Portuguesa. Para além disso organizaram concertos e actuaram em salas que muito dignificaram o seu trabalho, do grande Auditório do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz ao Teatro Gil Vicente de Coimbra e o Salão Caffé do Casino Figueira.
Ao longo desse ano efectuaram mais de 50 concertos ao vivo – repartindo o palco com nomes como Expensive Soul, Mundo Secreto, Rão Kyao, Squeeze Theeze Pleeze, BunnyRanch, Sérgio Godinho, André Sardet e GNR – num trajecto que culminou no espectáculo de passagem de ano 200/08 da Figueira da Foz.
Participaram ainda em concursos, sendo, na maioria deles, premiados, e foram ainda convidados a compor um tema para a nova operadora de telemóveis da TMN, a KAZOO, que poderá ser ouvido no site www.kazoo.pt.
Foram convidados, por diversas vezes, a participar no programa “A Praça da Alegria” da RTP1.
Os We Figga encontram-se a ultimar o 2.º álbum de originais, cujo 1.º single, “Tempo”.
Entretanto, porém, o grupo entendeu que era importante a realização de um DVD onde pudessem registar as suas capacidades de interagir com o público em palco, cumprindo assim o desejo de tantos fãs que os têm acompanhado.
Reunidas as condições necessárias, aplicaram-se mais uma vez com empenho e surgiram os dois concertos – a 8 e 9 de Setembro de 2008, no Salão Caffé do Casino Figueira – para a gravação do DVD “WE FIGGA ao vivo @ Casino Figueira”. Lotando por completo a histórica sala nos dois dias, estes concertos levaram ao rubro os fãs.
Acompanhados pela actuação de Luís Pinto (tenor figueirense), os We Figga voltaram a subir ao palco do Casino Figueira.
Para 2009 o grupo já tem agendados alguns concertos, um deles a 23 de Janeiro na FNAC de Viseu.
......................................................................................................
O livro que “serviu para arrumar a dor”
“Sinto Muito” de Nuno Lobo Antunes no Casino Figueira
“Não faria sentido que eu morresse sem relatar aos outros as experiências que vivi. Com o relato destas histórias podia fazer com que as pessoas se sentissem melhor”, destacou Nuno Lobo Antunes durante a apresentação do seu livro “Sinto Muito”, realizada no Casino Figueira no passado dia 18 de Dezembro.
Este livro reúne várias histórias que o médico neuro-pediatra vivenciou aquando da sua estada em Nova Iorque no Columbia-Presbyterian Medical Center, um dos maiores hospitais oncológicos do mundo. O título do livro traz consigo uma ambiguidade. “Não era raro morrer alguém durante o turno da noite no hospital. Às três da manhã tinha de ligar a alguém a informar que tinha morrido um ente querido para essa pessoa”, contou o médico, salientando que do outro lado, quando atendiam o telefone dizia, “Sinto Muito. Desculpe. Mas eu partilho a sua dor”.
Neste livro é ainda feita uma descrição pormenorizada do quotidiano de um hospital, inserido numa metrópole como Nova Iorque. O autor fala “sobre o sofrimento em geral, sobre a dor, seguida de perda, seguida de dor”, refere António Damásio, no prefácio do livro.
Para onde vai a dor
Ser o transmissor das más notícias é uma difícil tarefa a que, diariamente, um médico está obrigado. E traz consigo algumas interrogações. “Interrogamo-nos pela razão da nossa existência. É a tentativa de uma resposta, ou o relato de respostas individuais sobre a morte”, destacou Nuno Lobo Antunes, dando, assim, a conhecer algumas das razões que o levaram a partilhar estas histórias com o público.
“Muitas vezes perguntava à Mary, a enfermeira que trabalhava comigo: «onde é que nós pomos a dor? Para onde é que ela vai?»”, confidenciou o autor. “Sinto Muito” trouxe essas respostas.
“De alguma maneira, e no meu caso, a minha dor foi para este livro. E neste momento, como digo no livro, sinto-me mais leve e mais livre”, destacou. Durante os vários anos que esteve em Nova Iorque, Nuno Lobo Antunes teve “o privilégio de conviver com crianças e adultos fantásticos”.
“Eram heróis que ninguém contava, e sentia-me na obrigação de as contar”, destacou.
“Olhar que anuncia a morte” é o título de uma das crónicas que fazem parte de “Sinto Muito”, escrita no “dia em que anunciei a uma mãe que o filho ia morrer”, contou.
Confissões/memórias
Nesta compilação de histórias, Nuno Lobo Antunes revela ser um homem de afectos e um profundo humanista. Fala, sem pudores, da dor, da perda, do amor e da cumplicidade que vai construindo com aqueles com quem se cruza no dia-a-dia. É sem reservas que o médico admite que muito do que é e do que sente está exposto neste livro.
“É um testemunho muito sentido e genuíno e que me continua a tocar sempre que o leio. São histórias da vida real, que relato de coração aberto e que falam do melhor que a Humanidade tem para oferecer, a coragem e o amor. Neste livro há um Nuno completo, o médico, o marido, o pai... Aliás, este livro é dedicado à minha mulher e tem referências expressas às minhas filhas”, referiu.
“Sinto Muito” é um livro de confissões/memórias de um neuro oncologista pediátrico e hoje neurologista sobre doenças de deficit de atenção. Uma reflexão sentida sobre aquilo porque muitas pessoas têm que passar ao longo da vida ou já no fim dela.
Raquel vieira
......................................................................................................
Receber 2009 em festa
“Last Century”, um espectáculo musical baseado nos grandes sucessos musicais do último século, será a grande atracção do Réveillon 2008-09 do Salão Caffé do Casino Figueira.
Em palco, 15 bailarinos e 3 cantores (Rosete Caixinha, Pedro Mimoso e Vanessa) dançarão e interpretarão temas de Liza Minelli, John Travolta, Queen, Tina Turner e Michael Jackson, entre muitos outros.
Gastronomia típica portuguesa, música ao vivo, com os Sygma Band, e o DJ Carlos Vargas preencherão a noite mais animada do ano, sempre com muitas surpresas.
Em alternativa ao Salão Caffé, o Casino Figueira oferece o Réveillon do ALEA – Restaurante Concerto Bar com um delicioso Jantar Buffet, música ao vivo com os Mistura Fina e o DJ Carlos Vargas.
No Salão Caffé ou no ALEA – Restaurante Concerto Bar, a noite promete ser longa e de muitas emoções únicas.
Na avenida
No último dia 2008, e à semelhança do que aconteceu em 2007, realiza-se o Rally Fim-de-Ano, com a organização do Clube de Automóveis Antigos da Figueira da Foz. À noite, num palco colocado na Avenida 25 de Abril, a animação musical começará ao som de Dj’s, até ao eclodir do tradicional espectáculo piromusical, marcado para as 24h00 e que terá a duração de 20 minutos. Meia hora mais tarde, sobe ao palco Pedro Abrunhosa, para um concerto de 90 minutos, ficando o resto da noite ao cargos dos Dj’s de serviço. As noites seguintes realizam-se no Parque de Estacionamento da Avenida de Espanha (Parque das Gaivotas). Quim Barreiros é a primeira atracção, actuando às 22h00 de dia 1 de Janeiro e, à mesma hora de dia 2, sobe ao palco a portuguesa Ana Free. Para concluir os festejos da passagem do ano, a 3 de Janeiro, também às 22h00, actuam os portugueses Klepth. Às 24h00 rebenta o segundo espectáculo de fogo de artifício sincronizado com música, no areal, com a duração de dez minutos.
Qualquer que seja a sua escolha, O Figueirense deseja-lhe um Bom Ano, e que 2009 traga boas notícias.
......................................................................................................
Cultura, Música, Literatura e Debate e m Janeiro no Casino Figueira
O Coral David Sousa, o Coro de Câmara da Assembleia Figueirense e a Banda Filarmónica de Santana fazem parte um conjunto de espectáculos realizados em Portalegre, em Janeiro de 2009, ao qual o Casino Figueira se associa como mecenas, levando assim o concelho da Figueira da Foz para a região do Alentejo.
Esta iniciativa realiza-se no âmbito de uma exposição que o Museu da Presidência da República leva até à cidade de Portalegre, na qual para além da exposição serão desenvolvidas várias actividades de índole cultural, com a vertente musical figueirense presente.
125 anos e 125 minutos com...
O edifício do Casino Figueira comemora, em 2009, os 125 anos de existência. Como forma de assinalar esta data histórica inicia-se o ciclo de entrevistas “125 minutos Com”. Fátima Campos Ferreira, jornalista que conduz o programa da RTP 1 «Prós e Contras», será a anfitriã deste ciclo de entrevistas que irá trazer à cidade da Figueira da Foz personalidades de reconhecido mérito nacional.
Já no próximo dia 13 de Janeiro, pelas 22h00, o Salão Caffé recebe o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, para uma entrevista que estará aberta ao público em geral. De salientar que, pela primeira vez, uma personalidade do topo de uma hierarquia religiosa vem ‘conversar’ num salão do Casino.
Recorde-se que no ano em que a Figueira da Foz assinalou 125 anos de elevação a cidade, 2007, o Casino Figueira realizou um ciclo de tertúlias que trouxeram à ‘Praia da Claridade’ várias figuras do panorama nacional cultural, político e económico, caso Mário Soares, Maria José Morgado, Pacheco Pereira, Marcelo Rebelo de Sousa, entre outros.
Ao som de José Mário Branco...
Ao nível musical, o ciclo de concertos “Venham + Cinco” prossegue em Janeiro, com José Mário Branco que subirá ao palco do Salão Caffé no dia 9, pelas 23h00.
José Mário Branco nasceu no Porto em Maio de 1942. Desde muito cedo que se ligou à música e, mais tarde, ao teatro, cinema e acção cultural. O seu percurso artístico esteve, além disso, sempre relacionado à consciência revolucionária portuguesa e aos diversos movimentos que dela foram nascendo.
Em 1967 o cantor, compositor e intérprete editou o seu primeiro trabalho intitulado “Seis Cantigas de Amigo”. Desde aí, o seu percurso musical tem sido uma constante. “FMI”, “Correspondências”, “Canções Escolhidas” e “Resistir é Vencer” são alguns dos álbuns que fazem parte dos cerca de 40 anos de carreira musical de José Mário Branco. Também no panorama musical, o “Álea Restaurante Concerto Bar” recebe, em “Dois Dias Com…”, Ana Paula, a 4 e 5, Carolina Pessoa, a 11 e 12, Ana Sofia Gonçalves, a 19 20 e João Conde nos dias 25 e 26 de Janeiro.
A ‘Má Língua’ de Manuel Serrão, Miguel Esteves Cardoso e Rui Zink
Continuando a parceria com a Casa Havanesa, em Janeiro serão lançados no Casino Figueira vários livros de autores nacionais e figueirenses, sempre às 21h30.
No dia 6, Manuel Serrão, Miguel Esteves Cardoso e Rui Zink apresentam o livro “Os Senhores da Má-língua”.
Juntaram-se três das línguas mais afiadas do país e o resultado não poderia ser outro. José Sócrates, Cristiano Ronaldo, Paulo Portas, Soraia Chaves, Manuela Ferreira Leite, Barack Obama e até o Emplastro, não há quem escape à censura destes verdadeiros senhores da má-língua.
Quase 15 anos depois do fim d’A Noite da Má Língua, um dos mais célebres programas da SIC, Manuel Serrão, Miguel Esteves Cardoso e Rui Zink juntaram-se a convite da Bertrand Editora para reviver as tertúlias de humor, sarcasmo, crítica política e social e analisar o país actual.
“Os Senhores da Má-língua” é, assim, o resultado de uma sessão de maledicência, a fazer lembrar os velhos tempos, em que nada nem ninguém era poupado à sátira e ao humor acutilante dos autores.
No dia 16, a figueirense Filipa Freire, apresenta o seu livro intitulado “Alvorada”, da Papiro Editora.
Vontade de Partilhar
No dia 16, João Lobo Antunes vem à Figueira da Foz para apresentar o seu último livro, “O Eco Silencioso”.
Nesta obra estão reunidos textos que foram escritos, na sua larga maioria, nos últimos três anos.
“Nem todos se aproximam do modelo de ensaio que segui em livros anteriores, e assim, quer nos temas escolhidos, quer na forma de os tratar, este é um pouco diferente. A razão por que os reuni aqui é fácil de explicar: escrevi-os, porque tive gosto em fazê-lo; publico-os, porque tenho vontade de os partilhar”, refere o autor na introdução da obra.
Licenciado em Medicina na Universidade de Lisboa, João Lobo Antunes é Professor Catedrático de Neurocirurgia da Faculdade de Medicina de Lisboa e Presidente do Instituto de Medicina Molecular desde a sua fundação. É ainda autor de numerosos artigos científicos e editor de vários livros na área das neurociências. “Um Modo de Ser”, “Numa Cidade Feliz”, “Memória de Nova Iorque”, “Sobre a Mão e Outros Ensaios”, são os quatro livros já editados pelo autor.
“50 anos de Carreira” de Fernando Alvim
O lançamento de livros no mês de Janeiro irá terminar com o humor, e boa disposição de Fernando Alvim, na apresentação do seu livro “50 anos de Carreira”, no dia 29.
“Um livro glorioso, um hino à palermice. Uma obra indispensável”, são as palavras usadas para descrever o novo livro deste «comunicador» que esteve recentemente no Casino Figueira aquando do encerramento do Festival Internacional de Xadrez da Figueira da Foz.
“A História do Dinheiro de Plástico em Portugal” é o tema da primeira palestra de 2009 proferida pelo Mestre Agostinho Campos Ferreira, realizada no dia 12, pelas 21h30, ao abrigo do protocolo celebrado entre o Casino Figueira e a Associação de Escolas do Concelho da Figueira da Foz.
“Noivas Únicas”
Ano Novo pode ser, e é para muitos, sinal de novos projectos, novos desafios. Dedicado a quem pretende ‘dar o nó’ nos próximos tempos, o primeiro andar do Casino Figueira vai receber, de 19 de Janeiro a 1 de Fevereiro, a exposição “Noivas Únicas”, em que estarão reunidos todos os ‘ingredientes’ desde o momento da decisão de casar até à lua-de-mel. Os vestidos, acessórios, lingerie, catering, estética, flores, decoração, viagens de sonho, são alguns dos elementos que vão estar expostos no primeiro andar do Casino numa iniciativa que poderá ser visitada de segunda a sexta-feira das 18h00 às 23h00, sábados e domingos das 16h00 às 23h00.
A gala de encerramento desta exposição realiza-se a 31 de Janeiro e irá contar com um desfile de moda vocacionado para as futuras noivas e noivos.
“Guarda de Honra” no Palácio Sotto Maior
A Exposição “Guarda de Honra” – A história da Guarda Nacional Republicana”, encontra-se patente ao público no Palácio Sotto Maior, podendo ser visitada de terça a domingo entre as 14h e as 18h, com entrada livre, inclusive no dia de Natal e Ano Novo. O Arquivo Histórico e Museu da GNR foi inaugurado em Abril de 2008, no intuito de divulgar o património cultural e histórico daquela força policial, que conta 97 anos de existência.
Principalmente aos fins-de-semana e ao longo do período da exposição, decorrerão nos Jardins do Palácio uma série de demonstrações técnicas da GNR utilizando equipamentos e viaturas especiais, cães e cavalos.
Figueira da Foz nos palcos de Portalegre
Com o Casino Figueira como mecenas, e no âmbito da Exposição que o Museu da Presidência da República tem em Portalegre – fruto da boa relação que se construiu entre as duas instituições – sete formações musicais da Figueira da Foz e de Coimbra irão, em Janeiro, deslocar-se àquela Cidade.
A iniciativa tem início às 17h00 de 10 de Janeiro de 2009, na Sala do Capítulo do Convento de São Bernardo, com a actuação do grupo Canto Coimbra, que recentemente actuou no Salão Caffé. A 17 de Janeiro, no mesmo espaço e à mesma hora, é a vez da Banda Filarmónica de Santana e, no dia seguinte, um domingo, ouvir-se-ão em Portalegre os sons animados da figueirense Imperial Neptuna, também na Sala do Capítulo do Convento de São Bernardo, a partir das 17h00. A 24 de Janeiro, na Sala do Capítulo do Convento de São Bernardo, pelas 17h00, actuam o Coral David de Sousa e o Coro de Câmara da Assembleia Figueirense. Finalmente, a 30 de Janeiro, no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre, sobem ao palco a Orquestra Clássica do Centro e o Coro dos Antigos Orfeonistas.
......................................................................................................
“Figueira da Foz: Patrimónios Naturais”
Concurso de fotografia promove culturalmente o concelho
Com organização do Arquivo Fotográfico Municipal / Divisão de Cultura, Biblioteca e Arquivos da Câmara Municipal da Figueira da Foz, decorreu a quarta edição do Concurso de Fotografia da Figueira da Foz, desta vez sob o tema “Figueira da Foz: Patrimónios Naturais”.
Segundo Isabel Henriques (Directora de Departamento), o concurso – um dos mais participados de sempre – visou “fomentar a observação, descoberta e revelação dos patrimónios naturais que definiam os contornos da identidade natural e ambiental do concelho”, bem como “registar a partilha de olhares sobre as paisagens (fauna, flora, geologia, habitats, recursos naturais”.
A edição deste concurso é bienal. Sempre procurando olhares sobre a Figueira, recorda a organização que em anteriores concursos foram já focadas temáticas genéricas e outras mais específicas relativas ao Património Edificado, às Tradições Profanas e Religiosas do concelho.
O Júri foi constituído por Teresa Machado (Vereadora do Pelouro da Cultura), João Almeida Pedrosa (Administração do Fozplaza), Maria Teresa Gonçalves (Prof.ª Universitária de Botânica da Universidade de Coimbra), Luís Santos (fotógrafo profissional) e Alexandre Ramires (Especialista em fotografia - Imagoteca de Coimbra; usual colaborador do Arquivo Fotográfico Municipal).
Num total de 57 participantes, estiveram a concurso 380 trabalhos, dos quais 315 a cores e 74 a preto e branco. A melhor imagem a cor e a melhor a preto/branco foram premiadas com 750 euros, cada. Um curso de iniciação à fotografia foi o Prémio Juvenil.
As fotografias premiadas e as menções honrosas serão expostas em 2009 no Centro Comercial Foz Plaza, patrocinador absoluto do concurso. Refira-se ainda que estas e outras fotografias a seleccionar serão também publicadas em catálogo com o Patrocínio do FozPlaza e realizada sua exposição pública no Museu Municipal, como aliás já é hábito.
A entrega dos prémios decorreu na presença de elementos do júri e do Presidente da Câmara da Figueira, Duarte Silva, para quem o concurso “persegue uma das tradições da Figueira, a da fotografia. Esta é, também, uma outra forma de promover e valorizar culturalmente o concelho”.
......................................................................................................
|