Director:  
26/12/2008  
Ano 90º  
Edição N.º 5592  
O Figueirense
 
  Desporto

João Almeida recebe emblema de Ouro e Diamante da Naval 1.º de Maio


João Almeida, Secretário Técnico da Naval, despediu-se do clube figueirense já que está de partida para Angola, onde vai dirigir um projecto de reorganização do clube 1.º de Maio de Benguela.
O dirigente navalista que tem acompanhado o clube nos últimos vinte anos entrou para a Naval aos seis anos de idade pela mão de seu pai, António Almeida, que foi dirigente do clube durante muitos anos. Atleta nas modalidades de futebol, remo e basquetebol, foi no futebol que João Almeida foi “capitão” de equipa, seccionista, dirigente e treinador da Naval.
Foi também dirigente da Associação Futebol de Coimbra, tendo feito parte do grupo de trabalho que impulsionou o futsal – como modalidade – com Alberto Silveira e deu início aos cursos de treinador originários da A. F. Coimbra.
Na hora da despedida o Presidente navalista Aprígio Santos presenteou João Almeida com o emblema de Ouro e Diamante da Naval 1.º de Maio.




(in www.marchadovapor.blogspot.com)

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Autarquia homenageou os melhores do desporto figueirense


A Câmara Municipal da Figueira da Foz, através do pelouro do Desporto, homenageou os atletas e equipas figueirenses que no ano de 2007 se sagraram campeões e vice-campeões nacionais ou se classificaram em terceiro lugar em qualquer modalidade desportiva federada.
Na cerimónia, que decorreu no auditório do Museu Municipal, foram entregues 258 distinções: 92 campeões nacionais, 99 vice e 67 terceiro classificados. Remo, natação, kickboxing, kenpo, vela, atletismo, tiro, ornitologia, BTT, agachamento, supino, peso-morto, tiro, ténis, karaté, powerlifting, boccia e pesca desportiva de mar foram as modalidades desportivas em destaque na sexta edição desta iniciativa. Os diplomas foram distribuídos por Duarte Silva (Presidente da Câmara) e Lídio Lopes (Vereador do Desporto) para quem os homenageados são um exemplo de perseverança concelhio.


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Naval empata em casa com o Guimarães


A Naval e o V. Guimarães empataram num jogo sem golos, sexta-feira, na abertura da 12.ª jornada. A melhor oportunidade da partida surgiu já na segunda parte e para os vimaranenses, num cabeceamento de Roberto à trave, após um cruzamento da direita de Desmarets que apanhou a defesa figueirense em contrapé.

Num encontro entre uma equipa quase perfeita em casa e outra com melhor rendimento fora de portas parecia fácil prognosticar um empate. Fácil e previsível. No final, prevaleceu mesmo a lógica. Um empate, sem espinhas, que assenta bem às duas equipas: se a Naval foi superior na primeira parte, na segunda esse papel coube ao V. Guimarães. Pena que a despedida de 2008 destas duas formações não se tenha feito com golos, um prémio amplamente merecido, mas a repartição de pontos, essa, nem o bíblico Rei Salomão teria conseguido fazer melhor.
Quando se esperavam onzes de continuidade de parte a parte, ambos os técnicos resolveram introduzir duas mudanças cada um, apostando no regresso de alguns trunfos, casos de Luís Filipe e João Alves da parte do V. Guimarães, assim como de Marcelinho do lado da Naval. Não só por esses jogadores, reconhecidamente mais-valias nas respectivas equipas mas por todos os outros que estiveram em campo, a primeira parte até poderia ter terminado com um empate mas nunca sem golos.
Com efeito, tanto figueirenses, sobretudo estes, como vimaranenses criaram oportunidades para ganhar vários jogos, mas a noite estava mais para fazer brilhar os guarda-redes do que os goleadores. Que o diga Marinho, que manteve um ‘diálogo’ aceso com Nilson ou Roberto que viu Peiser negar-lhe um cabeceamento pleno de oportunidade com um voo que ainda levou a bola à trave.
Foi esta toada entretida que foi mantendo os pouco adeptos presente no estádio agarrados ao lugar, numa noite escura e fria, que não fazia prever um espectáculo de tão bom nível, ao qual só ia mesmo faltando aquele tempero especial.

Menos ritmo na segunda parte mas mais V. Guimarães

Quando se pensava que a primeira parte poderia ter sido uma espécie de aperitivo, com a chegada do segundo tempo, percebeu-se que, afinal, o prato principal já havia sido consumido – insosso. Com muito menos apetite – leia-se vontade de dar espectáculo – , ambas as equipas entregaram-se a um jogo bem mais táctico e previsível. E, nesse xadrez, o V. Guimarães foi quem soube mexer melhor as pedras.
Aos poucos, os minhotos começaram a passar cada vez mais tempo no meio-campo navalista e teve até uma boa oportunidade para desfeitear Peiser, num lance em que Diego Ângelo foi obrigado a evitar um cabeceamento vitorioso de Luís Filipe mesmo sobre o risco fatal. A Naval, estranhamente, não conseguiu sacudir o adversário e esteve à beira de ver os três pontos a voar quando Roberto voltou a acertar na trave, desta feita com Peiser batido.
Sem grandes argumentos para reclamar a vitória, de parte a parte, o empate terá deixado satisfeitos ambos os técnicos e assim voltou a prevalecer a tradição do V. Guimarães, que continua sem perder na Figueira da Foz.
Na 13.ª jornada a Naval 1.º de Maio desloca-se ao reduto do Estrela da Amadora.



(in www.maisfutebol.iol.pt)

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