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Cultura
“GONG XI FA CAI”…
…que é como quem diz, em português, “Feliz ano novo e muita prosperidade”.
Para assinalar o Ano Novo Chinês, o Casino Figueira abre esta noite as portas a três iniciativas simultâneas, numa aposta tripla que a simbologia da astrologia chinesa justifica: o Ano do Rato promete sorte e fortuna.
Em cada ano ‘ocidental’, o ano novo chinês celebra-se em data diferente.
A razão encontra-se na Astrologia Chinesa, que é baseada no calendário lunar e não no solar. Assim, cada ano é regido por um signo animal, que empresta as suas características às pessoas nascidas naquele ano, e que predomina na vida colectiva quando é o ‘seu’ ano.
Os chineses relacionam cada novo ano a um dos doze animais que teriam atendido ao chamado de Buda para uma reunião. Apenas doze se apresentaram, e Buda, em agradecimento transformou-os nos signos da Astrologia chinesa: rato, búfalo, tigre, coelho, dragão, cobra, cavalo, cabra, macaco, galo, cão e o porco. Um ciclo completo contempla 50 anos, formado por cinco ciclos de 12 anos. O ano lunar é dividido em doze meses de 29 dias e meio e o mês lunar inicia-se no dia da lua nova. O ano novo chinês começou ontem e terminará a 25 de Janeiro de 2009. Até lá será o Rato a dominar a vivência de todos, esperando-se que a sorte e fortuna que promete beneficie também os muitos chineses que escolheram Portugal para viver e trabalhar.
Sorte e fortuna
Sorte e fortuna são duas palavras que integram o léxico do Casino Figueira.
Assim, já esta noite, o Ano Novo Chinês comemora-se em várias frentes: económica, cultural e gastronómica.
Na primeira vertente, “A Economia e a Política da China” é o tema da conferência que tem início, às 18h30, na Sala Figueira. O vice-presidente do Observatório da China, Gustavo Namorado, versará o tema “Como Investir na China e o seu Desenvolvimento”, e Júlio Pereira, Mestre de Estudos Chineses, abordará a “Estrutura Política da China”.
No caminho será impossível não visitar a exposição, patente no Hall do Casino até amanhã, alusiva à China.
Às 20h30, no Salão Caffé, há jantar e animação chinesa, numa noite que termina com o espectáculo português “Aquarium”, permitindo assim um completo intercâmbio cultural.
(Leia o artigo completo na edição em papel)
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S. Valentim com “Ala dos Namorados” no Casino Figueira
Romantismo em ambiente de cumplicidade é a proposta do Casino Figueira para o Dia dos Namorados, que se celebra já na próxima quinta-feira, dia 14 de Fevereiro. Ao som da “Ala dos Namorados”, os casais poderão brindar ao amor no romântico Salão Caffé.
A abrir esta noite única, os casais serão convidados a saborear um jantar inspirado na melhor gastronomia portuguesa. Depois, juntam-se as mãos e trocam-se olhares, ao som daquele que, até no nome, é um dos grupos musicais mais adequados à data: “Ala dos Namorados”.
A “Ala dos Namorados” nasce em fins de 1993, a partir de canções de João Gil, João Monge e Manuel Paulo.
O grupo descobre Nuno Guerreiro num espectáculo de Carlos Paredes e convida-o para integrar o elenco, passando a ser a voz eleita das canções.
A “Ala dos Namorados” impôs-se naturalmente, sendo um projecto musical peculiar na música portuguesa, primeiro pela voz do Nuno Guerreiro, com um registo de contratenor absolutamente original, e também pela sonoridade bastante ligada ao fado, mas sem qualquer preconceito em assumir as diferentes influências que todos os elementos do grupo têm.
Na “Ala dos Namorados” podem notar-se sonoridades que têm a ver com o jazz, a música clássica, o flamenco ou o vaudeville, mas mantendo um fio condutor sempre identificável com o grupo, tudo com as letras do João Monge, que se mantém até hoje com a “Ala dos Namorados”.
A particularidade que a Ala dos Namorados tem de se ir apropriando de várias linguagens para a sua sonoridade, sem perder o seu fio condutor, foi amadurecendo até hoje.
Em busca dos sóis
Durante o ano de 2006, com canções de Manuel Paulo e João Monge, uma participação de Carlos Tê e um tema de José Mário Branco, a “Ala dos Namorados” grava o seu sexto trabalho de originais “Mentiroso Normal”. “Caçador de Sóis” foi o single de apresentação do disco que inclui, pela primeira vez, temas escritos por Nuno Guerreiro.
Encontro marcado
O encontro com o romance está marcado para as 20h30. Jantar e concerto custam 30 euros (ou 300 pontos do Cartão Casino Figueira Club).
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Rotary Clube da Figueira da Foz distinguiu os melhores alunos
O Rotary Clube da Figueira da Foz voltou a eleger o incentivo ao bom desempenho escolar como um dos seus objectivos, ao promover, pelo nono ano consecutivo, a entrega dos prémios escolares que distinguem os 15 melhores alunos dos 10.º, 11.º e 12.º anos das escolas secundárias Dr. Bernardino Machado, Dr. Joaquim de Carvalho e Dr.ª Cristina Torres, num total de 135 alunos.
Para além dos premiados, a Escola Secundária Dr. Bernardino Machado, que acolheu a cerimónia, recebeu ainda os pais, familiares e amigos dos jovens que assim viram reconhecido o seu mérito.
Os prémios foram entregues pelos presidentes dos conselhos executivos das escolas secundárias do concelho, ou seus representantes, não sem que antes usassem da palavra Rui de Carvalho, da escola anfitriã, Teresa Machado, vereadora da Educação, e ainda Ribeiro Cadilhe, presidente do clube de serviços promotor destes prémios.
Em comum nos discursos, a tónica na importância de uma boa preparação para um futuro onde, cada vez mais, apenas os melhores conseguem singrar, e para a qual o acompanhamento de pais e encarregados de educação e o empenho e comprometimento dos professores é indispensável.
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Kiwanis promove colóquio e lança livro
“Por Terras da Figueira” comemora hoje Ano Internacional do planeta Terra
O Kiwanis Clube da Figueira da Foz realiza, durante o dia de hoje, o colóquio “Por Terras da Figueira”, um evento para o qual foram convidados vários especialistas, e que acontece no âmbito das comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra e na sequência do sucesso alcançado pelo Colóquio de 2006 “As Ciências da Terra ao Serviço do Ensino e do Desenvolvimento: o exemplo da Figueira da Foz”.
Palestras e palestrantes
O Auditório do Museu Municipal Dr. Santos Rocha foi o local escolhido para a iniciativa, que tem como público-alvo a população em geral e os alunos das escolas dos 2.º e 3.º ciclos do e secundárias do concelho, em particular.
“A instrução na Figueira há cem (sem) anos”, por Isabel Simões e Isabel Sousa; “A Heráldica Castrense na Figueira da Foz”, por José Manuel Pedroso da Silva; “Património geológico e geomorfológico da zona costeira da Figueira da Foz”, por Pedro Proença Cunha; “Subsídios para um roteiro geoturístico do litoral português – o exemplo da Figueira da Foz”, por Pedro Miguel Callapez; “O sal da Terra: as exóticas e enigmáticas estruturas evaporíticas”, por Fernando Carlos Lopes e “A Figueira da Foz no contexto da Cadeia Central Ibérica”, por Luís Carlos Gama Pereira, constituem a proposta para esta manhã, numa primeira parte que integra ainda, durante o coffee break, uma visita à exposição de fotografias sobre a região da Figueira da Foz, patente no Museu Municipal Dr. Santos Rocha.
A tarde começa com Randi Danielsen, Ana Castilho, Pedro Callapez e Pedro Dinis a falarem sobre a “Evolução da paisagem a norte do Cabo Mondego durante os últimos milhares de anos”, e prossegue com intervenções de José Manuel Azevedo, Ana Isabel Andrade, Fernando Pita e Celeste Romualdo Gomes.
Um livro por duas causas
A concluir o colóquio, pelas 17h30, será lançado o livro homónimo, cuja receita da venda reverterá para uma instituição local de apoio a crianças e jovens.
Para Vítor Jorge, Presidente do Kiwanis Clube da Figueira da Foz, este evento reúne dois requisitos-chave da missão deste clube de serviços: servir a comunidade local através da realização de um evento de importância social (divulgação científica e acção pedagógica); e contribuir para o bem-estar da comunidade através de obras de solidariedade social. “O Kiwanis Clube da Figueira da Foz, exactamente por ter já no seu historial o desenvolvimento de um colóquio sobre a temática das Ciências da Terra e por este novo desafio corresponder a uma linha de orientação que entende dever aprofundar, promover este colóquio no Museu Dr. Santos Rocha, que incidirá sobre as questões que se prendem com a preservação do património natural no concelho da Figueira”, resume.
Fernando Carlos Lopes, professor e membro da organização, realça que o Kiwanis Clube da Figueira da Foz apostou nesta realização devido “ao sucesso alcançado pelo colóquio realizado em 2006”, e porque o Kiwanis Clube da Figueira da Foz “é uma das entidades nacionais que apoia as comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra, a decorrer durante 2008 sob a égide da Unesco. Como clube de serviço que somos, será esta a nossa melhor maneira de contribuirmos activamente para estas comemorações e para a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável”, concluiu.
“Creio que o Kiwanis Clube da Figueira da Foz tem justo orgulho na sua matriz de intervenção diversificada, que abarca não apenas a filantropia, mas também um leque mais alargado de preocupações da cidadania em vertentes tão distintas como a cultura, de que o teatro e a edição de livros são exemplo, como o ambiente e a preservação dos nossos (vários) patrimónios comuns, como a saúde, área onde prevemos intervir, até final deste ano de 2008, na realização de diversos rastreios, colheitas de sangue e uma acção extensiva, porque abrangente, de um universo juvenil mais amplo, no domínio da prevenção das toxicodependências. Julgo poder dizer que esta diversidade é hoje um traço distintivo do Kiwanis Clube da Figueira da Foz”, sublinha ainda Vítor Jorge, presidente deste clube de serviços.
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Breves
S. Valentim visita a Biblioteca
Na Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás também se comemora o S. Valentim, ou não fosse o amor um tema recorrente na literatura e na arte em geral.
É já dia 13 que “O Baú das Histórias” prossegue a sua viagem ao encontro de meninos e meninas das escolas do 1.º CEB. Depois da Escola da Serra da Boa Viagem, é a vez da Escola do 1.º CEB de Serrado juntar mais uma às muitas histórias deste fantástico baú.
O Dia dos Namorados com a realização de duas actividades: “Vem Ouvir Histórias de Amor” e “Meu Amor de Antigamente”. A 14 de Fevereiro, pelas 15h00, a Lídia e a Mafalda – alunas da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho – vêm à Biblioteca ler duas belas histórias de amor trágico: A Lenda de Machim e a Lenda de Zuleide. A ouvi-las estarão alunos do 2.º CEB, que para tal devem marcar previamente a sua presença.
No dia seguinte, “Meu Amor de Antigamente” conta com Luisete Baptista, escritora e professora de Língua Portuguesa na Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, para dar um sentido especial ao Dia dos Namorados. Uma actividade também sujeita a marcação prévia, agendada para as 10h30 de 15 de Fevereiro, e destinada aos alunos dos 2.º e 3.º CEB.
Já no âmbito da Oficina de Actividades Criativas, o “Dia dos Namorados” comemora-se até 14 de Fevereiro, na Sala Infanto-Juvenil, com muitas propostas para presentes para oferecer com o coração.
Entretanto, “Parabéns a você” é o nome de uma nova actividade, com que o Serviço Educativo da Biblioteca Municipal quer ajudar os mais novos a assinalar o aniversário dos seus autores favoritos. Assim, os pequenos leitores estão convidados a aparecer na Sala Infanto-Juvenil, e, com ajuda dos técnicos, organizar uma pequena biografia. Depois, é preparado um cartaz comemorativo da data, que ficará exposto ao público durante esse mês. Todos os meses será assinalado o aniversário de um autor.
Mostra fotográfica e bibliográfica
Vai estar patente na Biblioteca Municipal, de 11 de Fevereiro a 1 de Março, uma mostra fotográfica da autoria de Rosalinda Afonso Pereira: Imagens/recriações de pinturas de diversos artistas europeus reconhecidos, acompanhadas de livros de arte provenientes do acervo bibliográfico desta Biblioteca.
Colectiva de Fevereiro na Magenta
A Magenta - Associação dos Artistas pela Arte já inaugurou a sua exposição “Colectiva de Fevereiro/2008”.
Até ao fim do mês podem ser apreciados na Galeria Magenta, no piso inferior da Esplanada Silva Guimarães, os trabalhos de pintura de Fernando Couceiro, Maria Jesus e Rosa Veloso e de escultura de Mário Nunes.
Diariamente das 14 às 18 horas.
Festival Infanto - Juvenil da Canção “A Clave de Prata”
Dividido em escalões etários (dos 5 aos 11 anos e dos 12 aos 16 anos), o Festival Infanto - Juvenil da Canção “A Clave de Prata” é promovido pelo Coral Infantil de Carcavelos, e realiza-se a 25 de Maio deste ano.
Pode concorrer-se ao festival individualmente ou em grupos de quatro elementos, sendo distinguidos o vencedor absoluto e ainda as melhores interpretação, letra e música.
Registe-se que as canções concorrentes podem não ser inéditas, mas não podem ter ganho nenhum festival.
Mais informações sobre o Festival da Canção Infanto-Juvenil “Clave de Prata” podem ser pedidas ao Coral Infantil de Carcavelos, Externato O Cavalinho, 420 – Sassoeiros, 2775-560 Carcavelos, ou pelos números 964 612 683 ou 214 561 566, estando ainda disponíveis no websites www.coralinfantil decarcavelos.com.
As inscrições terminam a 17 de Março.
(Fique a par de mais actividades no Concelho e na Região na edição em papel)
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