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Notícias
Lídio Lopes e Pedrosa Russo querem um novo PSD
Eleições a 1 de Março
No próximo dia 1 de Março os militantes locais do Partido Social Democrata (PSD) irão escolher o novo líder da Comissão Política Concelhia (CPC).
Ao lugar outrora ocupado por José Elísio de Oliveira concorrem Lídio Lopes e Pedrosa Russo. Recorde-se que estas eleições político-partidárias têm vindo a sofrer, desde Setembro do ano passado, sucessivos entraves. Cadernos eleitorais desfasados, portas trancadas, fechaduras trocadas, arrombamentos e polícia à porta são apenas alguns dos episódios que têm marcado, pela negativa, o PSD figueirense e que conduziram à anulação do último acto eleitoral que havia dado a vitória a Lídio Lopes.
O Conselho de Jurisdição Distrital do PSD decidiu repetir as eleições que opuseram, primeiramente, Lídio Lopes a Paulo Pereira Coelho, que entretanto se afastou do processo.
Quarta-feira passada Lídio Lopes e Pedrosa Russo apresentaram oficialmente as suas candidaturas.
O primeiro surgiu ao lado de ex-candidatos pelo PSD à presidência de juntas de freguesia. Dos 16 (entre 18 freguesias) nomes de então, onze apoiam o também vereador na Câmara da Figueira.
“A noção que temos é que estes social-democratas, que deram a cara pelo partido, foram abandonados por este mesmo partido. Por aqueles que hoje se candidatam contra nós. Eles foram ignorados, foram votados ao abandono”, disse Lídio Lopes salientando que apesar da troca de Pereira Coelho por Pedrosa Russo, “a candidatura representa o mesmo, tem os mesmos objectivos, são as mesmas pessoas. No fundo é tudo igual, a única coisa que mudou foi encontrar uma solução de recurso para algo que experimentaram e não deu resultado”.
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“Sou o melhor colocado”
Horas mais tarde João Pedrosa Russo falava da falta de valores da sociedade, da política antes e pós 25 de Abril e do PSD que pretende ter.
Garantindo ser conhecido dos figueirenses, o advogado afirmou já ter provas dadas da sua actividade cívica e partidária bem como da capacidade para executar.
Por tudo isto, num discurso centrado na sua pessoa e não num todo, o advogado figueirense afirmou perante uma sala esgotada (na sede do partido local) que “não me deixo envaidecer, tenho os pés bem assentes na terra e sou optimista (…). Não sou parte do problema, mas parte da solução (…). Eu sou o melhor colocado. Eu quero um PSD livre. Eu quero um PSD dialogante. Eu quero um PSD pró-activo e que não ande ao sabor da corrente. Eu quero um PSD liderante, forte e que execute as suas ideias”.
(Leia o artigo completo na edição em papel)
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Vila Verde quer recuperar o acesso ao Rio Mondego
Instituto da Água vai analisar projecto
“Não conseguimos implementar vários projectos que temos, todos direccionados para a melhoria do bem estar das populações e de quem nos visita. É triste reunirmos vontades, parceiros e esbarrar em questões na maioria das vezes burocráticas, com um desfasamento total da realidade”.
Quem o afirma é João Carronda, autarca de Vila Verde, durante uma visita à beira rio da ‘sua’ freguesia.
João Carronda quer devolver o rio Mondego à população promovendo o usufruto de zonas agora abandonadas mas para as quais tem projectos. Ideias que, lamenta o Presidente da Junta da Freguesia de Vila Verde, “esbarram em leis e em burocracia desfasada da realidade actual”.
Recentemente o autarca visitou a beira-rio na zona do Gramatal – Casal da Marinha. Um local onde o verde pontua entre antigas marinhas. O contacto com o Rio Mondego é ali próximo. No entanto, distante. Isto porque o Instituto da Água não permite a circulação de viaturas e pessoas nalguns pontos, nomeadamente no dique de contenção de cheias.
(Leia o artigo completo na edição em papel)
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Quinta biológica da APPACDM com oito toneladas de produtos
CERCIFOZ avança com projecto em Lavos de produção de ovos biológicos
Morangos, pepinos, pimentos, couves, alfaces, feijão verde e tomate são apenas alguns dos produtos cultivados na quinta biológica pertença da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM), situada na Praia de Quiaios.
Com uma produção anual a rondar as oito toneladas, existe já a intenção, por parte da cadeia de hipermercados E. Leclerc, de adquirir todos os produtos ali cultivados.
Segundo António Padrão está previsto o aumento da área coberta (estufas), um projecto orçado em cerca de 100 mil euros.
Em 1999 a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental abriu na freguesia de Quiaios uma quinta biológica. O “Telemercado” (serviço de entrega ao domicílio) e uma banca no mercado municipal foram os primeiros meios de escoamento dos produtos horto-frutícolas. Hoje em dia a produção é canalizada, quase em exclusivo, para grandes superfícies comerciais, pequeno comércio e alguma venda directa.
Na passada semana a Federação Distrital (Coimbra) da Juventude Socialista visitou a quinta. A comitiva integrava, entre outros, João Portugal (Deputado à Assembleia da República) e Tiago Castelo Branco (Comissão Federativa de Jurisdição).
António Padrão, Presidente do núcleo local da APPACDM, acompanhado pelo monitor António Augusto, mostrou as potencialidades do espaço e falou dos novos projectos de expansão.
Numa área total de 2,7 hectares (dos quais 2,5 são de cultivo), a quinta biológica produziu em 2007, a título de mero exemplo, duas toneladas de morangos, uma de pepino, 600 quilos de pimentos e 500 de feijão verde. Alfaces, couves e tomates figuram ainda entre a produção da quinta que emprega uma dezena de funcionários, entre formandos de cursos profissionais e utentes da associação.
Segundo António Padrão, presentemente a procura dos produtos biológicos é maior do que a capacidade de resposta, daí que esteja em curso um projecto que visa aumentar a área de cultivo (estufas) orçado em cerca de 100 mil euros. O responsável defende que este tipo de actividade deveria ser fomentada pelos agricultores da região.
(Leia o artigo completo na edição em papel)
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